Há hóspedes que deixam de ser hóspedes.
Um mês, uma estação, meio ano.
Há hóspedes que ficam três noites. Outros ficam três meses, e alguns meio ano. Quando a estadia chega a esse ponto, a casa deixa de ser uma estadia e passa a ser uma base, e o que importa muda: uma cozinha onde se cozinha mesmo todos os dias, internet que aguenta uma videochamada, uma secretária e alguém aqui perto que atende quando a caldeira se avaria.
Já trabalhamos assim. Cinco das nossas casas são dedicadas a média duração: três no Ribeira Garden, no Cais do Sodré, e duas outras em Lisboa.
Diga-nos as datas e a cidade e damos-lhe um valor.
O que realmente temos
Todas as trinta e uma casas têm internet. Vinte e nove têm máquina de lavar roupa no apartamento. Vinte e três têm um forno a sério em vez de placa. Oito têm um espaço de trabalho dedicado — os cinco apartamentos do Alvalade Gallery, dois no Campo de Ourique Gallery, e o Lisbon Remote Work Haven. Vinte e uma estão preparadas para estadias longas.
Como funciona
Nas casas preparadas para estadias longas, a tarifa mensal fica bem abaixo da diária — entre quinze e trinta por cento mais baixa, consoante o apartamento e a época. Algumas têm uma estadia mínima de um mês ou mais. Diga-nos a cidade, as datas e, aproximadamente, quanto tempo, e respondemos com um valor no mesmo dia.
Pergunte-nos sobre uma estadia longa
Diga-nos a cidade, as datas e quanto tempo precisa, e respondemos no mesmo dia. Escreva para checkins@gonzalosguest.com ou mande mensagem no WhatsApp.